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Jesus realmente existiu?

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Lew Wallace e a obra Ben-Hur

Quando Lew Wallace resolveu estudar a vida de Cristo, suas intenções eram destruir a história de Jesus, provar que, se Jesus existiu, não era Deus, mas um simples homem que nunca ressuscitou dos mortos, e que o cristianismo era uma farsa. As evidências o venceram. Ao invés do livro destruidor, mostrou ao mundo que Jesus era Deus. Frank Morison, que escreveu o livro Quem retirou a pedra? também tinha a mesma intenção.

Como chegamos à conclusão de quem Jesus é?

Chegamos a uma conclusão sobre quem é Jesus deixando que as evidências falem por si à nossa mente aberta, ou concluindo de antemão que as provas não são dignas de crédito. Parece absurdo, mas algumas pessoas preferem não crer que Jesus existiu simplesmente porque não querem que ele tenha existido. Crer que Ele tenha existido atrapalharia o estilo de vida delas. Deixe que as provas falem o que é a verdade e o que não é.

 

O que as evidências sugerem a respeito da vida de Jesus?

Mais evidências há da existência histórica de Jesus que de qualquer outra figura da antiguidade. Sabemos da existência de Júlio César, Constantino, Alexandre o Grande através de documentos submetidos aos princípios básicos da historiografia. Os mesmos princípios aplicados a Jesus confirmam sua existência.

 

Que tipo de provas da existência de Jesus nós temos hoje?

As provas de escritores seculares (civis, não religiosos) da época de Jesus são escassas, mas existem diversas chaves e fontes convincentes. Jesus não teve destaque fora da região da Galiléia e Jerusalém, a não ser para judeus e governantes romanos. Sua crucificação indicava que ele não era importante. Só houve interesse por ele quando seus seguidores, aos milhares, disserem que estava vivo!

Tácito – historiador romano, 115 d.C, mencionou Cristo e os cristãos, em sua obra Anais, informando que Jesus existiu, era da Judéia, viveu durante o reinado de Tibério (14-37 d.C.), foi executado por Pôncio Pilatos, governador da província da Judéia de 16-36 d.C e tinha muitos seguidores em Roma no tempo de Nero (60 d.C.). Noutra obra, Histórias, Tácito cita que o cristianismo começou como seita do judaísmo, mas afastou-se deste.

Plínio, o Novo – historiador, governou a Bitínia, norte da Turquia em 112 d.C. Praticamente testemunhou da conduta exemplar dos cristãos. Por causa da conversão a Jesus deixavam de apoiar a religião oficial. Os templos pagãos eram fechados por falta de freqüentadores, bem como as festas pagãs, acabaram-se os sacrifícios de animais causando problemas econômicos para os envolvidos. Plínio executou alguns cristãos, mas escreveu a Trajano o que ocorria. Disse que entre os cristãos não se encontrava fraude, adultério, roubo ou desonestidade. Só não apoiavam a religião existente.

Josefo – terceiro historiador, 70 d.C., a fonte secular mais forte sobre Jesus, descrevendo mais detalhadamente os fatos de sua vida., Pg 137

Outros Talo, samaritano que escreveu em Roma, menciona que as trevas que caíram sobre a terra quando Jesus morreu na cruz, era um eclipse do sol. Serapião – preso sírio (segundo ele injustamente) nos anos 70 d.C., menciona Sócrates e Jesus como injustiçados e chama-o de “sábio Rei”, dizendo que haveria justa punição para os injustos. Rabinos do tempo de Jesus – Escreveram contrariando a Jesus mencionando seu nascimento diferente, citando que ele fez “magias” em Israel fazendo o povo desviar, citam Mateus como discípulo de Jesus, sua morte por crucificação na Páscoa. Citam a afirmação dele de possuir a natureza de Deus e de prometer voltar para o julgamento final da história.

 

Há provas arqueológicas da vida de Jesus?

As provas arqueológicas muito antigas, como referências históricas da época, não são muitas, mas são altamente confiáveis.

O recenseamento de Lucas – Lc 2.1-5. Por esta razão Jesus nasceu em Belém. Evidências arqueológicas citadas por Gary Habermas em Evidências antigas da vida de Jesus dão apoio ao recenseamento e aos impostos no período em que Jesus nasceu.

Yohanan, vítima de crucificação – Sepulturas em Jerusalém foram encontradas. No seu interior havia um esqueleto que havia sido crucificado como Jesus, mencionado nas Escrituras.

O decreto de Nazaré – Lage de mármore com um edito imperial que decretava pena de morte para quem roubasse sepulturas, Tibério (14-37d.C.) ou Cláudio (41-54 d.C.). Traz a data quando Jesus foi crucificado; foi encontrado em Belém e era uma sentença muito severa.

Símbolos cristãos antigos – 79 d.C. Cruz em Pompéia, acróstico Rotas-Sator, o Peixe = Ichthus = Ieosus Christos Theou Huios Soter = Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador.

Sepultura selada nos arredores de Jerusalém – moedas do ano 50 d.C. Havia cinco féretros com o nome de Jesus escrito neles: “Jesus auxilia”; “Jesus, que ele ressuscite”. As mais antigas referências conhecidas a respeito de Jesus: 20 anos depois da data de crucificação.

Muitas evidências comprovam os documentos dos quatro evangelistas. Com base nelas podemos concluir que Jesus existiu, sem dúvida.

Que tipo de provas seu coração precisa?

Fonte: Série de estudos para pequnas famílias "Conhecendo mais a Jesus".
Autor: Pr. Joubert de Oliveira Sobrinho

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